Ando um pouco devagar,
Vago pelas ruas escuras
À procura de algo, sem cessar.
Ando livre,
Sem nada nem ninguém me deter.
Não sou do tipo que gosta de se ater
E desconsiderar a dádiva de se viver.
Sigo tranquilo.
Com meus pés descalços
Ao encontro do acaso,
Desatando os laços que faço
Tentando achar o rumo,
Direcionando com meu prumo
Este destino soturno.
Sem virtudes ou vícios,
Não importando fim ou início,
Apenas eu e meu caminhar
Sem nada a esperar ou hesitar.
By. Alan Oliveira


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